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8 de setembro de 2009

O loiro bem dotado.

Oi pessoal,

Tava navegando pela net e encontrei esta historinha bem picante, espero que gostem!



Sou do tipo que vou direto ao assunto, entrei no chat com o nome de Ksado Discreto, não demorou pra um número de caras teclarem comigo, tenho 53 anos, do tipo grandão que chama atenção. Teclei com um loirinho de 26 anos, nunca tinha trepado com loiro, até ele me jogar um "h" daqueles. Dizendo que já estava cansado de sair com carinhas que não agüentavam sentar no seu caralho que tinha 24 cm. Na hora eu disse "cara desencana, pra cima de mim ... vem com essa mentira?" Ele, que vou chamar de C, ficou bravo.Falou: "cara se você não acredita tudo bem, mais bato uma aposta com você".

Eu disse: "qual é a aposta? - Se você agüentar sentar no meu pau, me dar de quatro e deixar eu meter no teu rabo na posição de frango assado, te pago trezentão.

Novamente eu ri e disse: "beleza cara, acabou de perder trezentão". Marcamos um local pra nos encontrarmos. Ele chegou todo cheiroso, loiro, alto, forte de academia, e com um par de olhos verdes estonteantes. Ao olhar não dava pra perceber uma mala na calça dele, aliás não aparecia volume algum. Eleme convidou até o seu carro, foi entrar dentro do carro ele disse: "caralho meu, sempre quis pegar um cara grandão assim como vocêc, ainda de cabelos grisalhos e peludo... Tu é um tesão".

O cara em dez minutos estava sem roupas dentro do motel, quando ele pediu pra eu tirar a cueca com a boca eu vi a geba, disse pra mim mesmo:

- Me fudi, perdi trezentão.

Ele segurou minha cabeça e começou a esfregar aquele pau meia bomba na minha cara inteira, me fez cheirar o saco dele, que delícia. Então fomos pro chuveiro, ele é um cara realmente muito carinhoso e beija como ninguém. Seu pau realmente devia ter aquilo que ele disse, era grosso, mas não era aquele grosso exagerado, era todo rosado, inclusive a cabeça. Comecei a mamá-lo em baixo do chuveiro mesmo, quando ele percebeu que eu sou garganta profunda, ele achou que minha boca fosse um cu, e começou a meter, eu engasgava, e descia aquela baba grossa e ele olhava com uma cara safada, e dizia: "engasga safado, engole o pau do seu homem".

Nossa, aquilo era excitante ao extremo. Chupei ele todo, as bolas enormes, o cuzinho dele, que ele quase gozou. Até ele me virar e meter aquela língua no meu cu, o que é que foi aquilo? Que língua é aquela? Nos beijamos muito, ele me fez encapar o pau dele com a camisinha na boca, senti a infeliz enterrar na minha garganta, ele gemia feito um animal no cio. Euia metendo o que eu podia de gel no meu cuzinho, voltei a beijar ele, subi em cima, posicionei o bichão na portinha do meu cuzinho, e disse pra ele:

- Me deixe colocar ok?

Ele só concordou com um aceno de cabeça. Eu fui descendo devagar, a hora que passou o anel do cuzinho, que é a parte mais crítica, foi festa. Fui descendo sem interrupção até sentir as bolas dele, ele com um olhar de que "não acredito, entrou tudo mesmo", eu ri e disse: meu, tá tudo dentro.

Posso cavalgar, não vou mentir: me deu uma vontade enorme de soltar um barrão, o pau dele é enorme, quando subi o meu anelzinho, fixou envolvendo o pau dele, dei umas quinze cavalgadas, e ele ficou louco, me virou de um jeito que já fiquei na posição de frango assado, aí eu vi estrelas. Ele colocava pra fora o pau quase que inteiro, só a cabeçona ficava dentro, então ele descia o cacete de uma vez e enterrava até as bolas, ele metia tão rápido que meu cuzinho já tava todo vermelho e ardido, ficou me fudendo nesta posição acho que uns vinte minutos, quase não agüentava mais.

Ele saiu de cima, me virou de quatro e socou, nessa posição eu quase morri de tanto gozar, ele gozou e caiu por cima de mim, notei que o pau dele não amolecia, ouvi um sorrisinho safado no pé do meu ouvido, e ele me puxou de novo, tirou o pau de dentro, colocou outra camisinha e mandou ver. Confesso que não estou sentando direito ainda, ainda arde o meu cuzinho, mais foi muito bom as duas horas e meia que passamos juntos.

Encontrei no www.lindosedotados.blogspot.com

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18 de maio de 2009

Dado Dolabella

Atenção, estou sem net no momento, por isso a demora nas postagens
Eu já vi cada coisa nesta minha vida, apesar de não ter nada de experiência, ser chamado de doido, por não gostar de beber, fumar, sair pra baladas, enfim, isso não em ao caso, mas o que quero dizer, que apesar da minha pouquissima experiência, já vi cada situação bizarra nesta cidade.

Eu moro próximo ao um clube no Rio de Janeiro, então sempre quando as pessoas estão saindo de algm baile, algum show, elas acabam passando em frente ao meu condomínio, eu moro de frente pra pista. Um belo dia, ou melhor, numa noite dessas estava no pc conversando com um amigo meu levantei pra beber água, resolvi dar uma espiada no movimento da rua, ao colocar a cara pra fora, avisto próximo a uma árvore três caras, um branquinho de boné, um moreninho e um gordinho. Estrahei aquilo ali, o gordinho e o moreninho estavam atrás da árvore e o branquinho de boné do outro lado rindo, fiquei observando, do nada o moreninho agarra o gordinho abraçando, abre a calça e abaixa a cabeça do gordinho pra fazer um sexo oral, neste momento fique que não me aguentava, eu não vi assim tão perto os outros fazendo, estou a mais de um ano sem ficar com ninguém, então aquilo pra mim foi super legal heheheh, mas voltando ao assunto, os dois ficaram ali se revezando e o menino de boné só rindo, eu queria pegar a câmera pra tirar uma foto, mas o flash faria com que me denunciasse e estava escuro, então nem pude registrar esta situação, mas no meio daquilo, o moreninho falou alguma coisa no ouvido do gordinho que ele discordou, pois só ouvi um não, e ali começou uma briga entre eles, o gordinho deu um empurrão no seu afeto e o outro revidou dando um chute em sua bunda heheheh, eu rindo horrores, só que juntos os dois em cima do gordinho depois, o moreninho e o branquinho de boné, eu vi o gordinho correndo quando perdi suas localizações, mas só ouvi barulho como se os três estivesse brigando ehehehhe.


O final é um incógnita, o motivo, mas a situação em si achei incrível, como as pessoas não tem vergonha hoje em dia, eu queria ser assim, mas não consigo, mas enfim, tive que comentar esta situaão com vocês.









Dado Dolabella

Continuando os ensaios antigos do Paparazzo, desta vez é do Dado, é o mesmo esquema de sempre, está no Rapidshare, pra baixar basta clicar na foto e será direcionado pro download











O Médico - Parte 66

Eu e o Hélio ficamos amiguinhos. Conversávamos todo dia no msn e celular. Quando ele falava com o Henrique, vinha logo me contar tudo. Fez até uma comunidade pra mim no Orkut, onde todas aquelas pessoas da palestra entraram, até hj a gente marca de ir a um barzinho, um show mais alternativo e galera toda vai, me sinto O Paizão dos moleques.


Depois dessa semana, finalmente encontrei o Henrique online no msn. Tinha tanto o q falar, tanto o q perguntar...


*************************************


B - finalmente vc entra no msn!!! (emoticon de bravo)

Henrique - hã? É vc mesmo? Logo vc sentindo a minha falta?

B - olha só, desarma esse tom aspero e vamos conversar!!!

H - uhuuuu, olha, essa vai pra posteridade hein?

B - já disse, Rique, vamos falar sério agora

H - nóssa!!! vamos falar sério? Pera, deixa eu printar essa conversa

B - ok, já q vc quer assim, xau

*Benjamim está offline*



Me deu um ódio pq eu tava muito afim de falar sério, afim de resolver tudo, mas ele como de costume aparece em tom acusador como se a culpa de o nosso relacionamento sempre achar empecilhos fosse minha e não dele. Fiquei P da vida e me desconectei. Desliguei o computador e, se não me engano, fui brincar de dormir, pq dormir mesmo eu ñ consegui. ÓÓÓÓÓDIOOOOOO... Minutos depois me liga o Hélio...



Hélio - Ben? (ele me chama assim)

B - oi, Hélio, fala

H - vc ta no msn?

B - ñ, pq?

H - ñ, é q eu tava afim de conversar, aí eu queria q vc entrasse na net, pode ser?

B - ah, pq a gente ñ fala por aqui mesmo?

H - é pq eu ñ sou de falar, sou mais de escrever

B - como é q um futuro comunicólogo ñ gosta de falar?

H - ah, vai Ben!!!

B - seu primo ligou pra vc né? (já desconfiado)

H - não, pq?

B - não, nada... olha, a Ana ta me chamando aqui pra ajudar na cozinha, pode ser depois?

H - eu queria q fosse agora, Ben, pode ser? É q eu tou num dilema danado

B - me adianta o assunto por aqui

H - nãããããão, só no msn, vai por favor, por favor, por favor

B - só se for offline tá?

H - tá

B - vc fica off tbm?

H - pq?

B - fica ou ñ?

H - fico, fico



Aí eu entrei. Eu tinha quase certeza q o Henrique tinha pedido pro Hélio me ligar e já tava sacando q a timidez desse quase cunhado não existia, ele era bem soltinho para um gay reprimido. Ou seja: Henrique longe + incerteza de reatar + primo gay sem muito o q fazer = espionagem. Eu já tinha quase certeza q o q eu e o Hélio tinhamos ñ era uma amizadezinha, mas sim um pedido do Henrique para q ele me vigiasse


Eu entro no msn offline e vou procurar o Hélio q tbm tá off. Inicio a conversa...



B - oi, Helinho, fala

He - ai, Ben, vc nem sabe o q me aconteceu hj

B - o q?



Em questão de segundos, ele muda o status para online e convida o Henrique...



*Henrique [sobrenome] está na conversa*



Eu ñ dou nem chance dele falar alguma coisa. Saio imediatamente. Tanto é q quando eu clico em "sair" aparece uma janelinha "Não foi possível continuar a conversa com Helinho popboy e Henrique [sobrenome]". Aí, o primo do tal, me liga...



He - Ben, pq vc saiu?

B - vou dar uma chance pra vc adivinhar o pq

He - Ben, ele quer falar contigo, ele ta arrependido

B - pergunta a ele se ele se arrependeu de ter caçoado da minha cara

He - ele tá

B - ah, então quer dizer q ele admite q caçoou de mim né?

He - ñ, Ben, eu ñ quis dizer isso

B - mas disse

He - ele quer falar com vc

B - diga a ele q ñ falo com crianças, pq pra mim quem faz birra é criança rica e mimada... ah!!! mas diga essas palavras mesmo e dê maior ênfase a palavra "mimada"

He - Ben...(interrompo)

B - xau, Hélio (desligo)


O telefone ainda toca algumas vezes, umas três ou quatro, mas é claro q eu ñ atendo. O que é q eu faço quando quero me vingar do Henrique mesmo? Ah sim, indiferença. Não têm veneno q surta efeito tão instantâneo como esse no Henrique. Eu ja tava estressado pelas merdas q ele tinha feito, acumulou tudo na cabeça e eu explodi de vez. Mesmo depois de saber o q eu sabia sobre os futuros planos do Henrique. Mas uma vez: ÓÓÓÓÓÓÓDIOOOOOOOOO...



Estava claro q, mesmo q esses tais planos fossem mentiras ou não, o q o Henrique pretendia era me fazer sofrer de culpa por ter brigado com ele. Ele queria q o primo dele me contasse coisas e me fizesse arrepender da briga e depois ir procurá-lo para que assim ele me maltratasse um pouco me fazendo implorar para q ele me ouvisse, ou melhor, me lesse. Ele queria fazer o mesmo q eu faço com ele nesses casos, só q eu, ao contrário dele, tenho razão e talento pra fazer isso!


Meu telefone nunca tocou tanto quanto essa semana. Pois é. Uma semana desde o episódio e eu nada de retornar as ligações ou entrar no msn online, apesar de ter um monte de recados offline do Hélio e do Henrique. Ué, ele ñ queria q alguém se arrependesse? Só q ñ foi a pessoa q ele achou q iria se arrepender. Perceberam como o meu discurso mudou um pouco desde o relato dessa seção no msn pra cá? Ficou mais informal não é mesmo? É pq eu, até hj, sou indignado com isso...



ÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓDIOOOOOOOOOOOO



Passaram-se uma semana e alguns dias, até q eu resolvi despejar mais um pouco de maldade na rede mundial de computadores...


**********************************

Sei lá, tem horas que fico doido com este conto, estou relendo ao postar, eu sinto que Benjamim está errado, outra hora que está certo, uma confusão só, mas depois continuo, Beijos meus amores.

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28 de abril de 2009

Erro na parte do conto (O MÉDICO - PARTE 56)

Voltando a uma matéria que comecei a falar aqui mais parei, Flagras.

Indo pro Centro do Rio de Janeiro, quem mora aqui sabe como é pegar ônibus ou trem pela manhã, sabe como vai cheio, eu tinha um compromisso, peguei o ônibus mas fui em pé, ouvindo meu som no celular, tinha um bonitinho lendo jornal na minha frente, com a uma bermuda florida, poucos minutos depois ele fechou o jornal e encostou pra dormir, continuei ouvindo meu som, quando reparei um volume estranho na calça dele, e só foi crescendo, crescendo, aquilo começou a me incomodar, eu tentava não olhar, mas nao conseguia, eu era atraído por aquilo, como não tinha ninguém ao meu redor, peguei meu celular, figindo trocar as musicas e tirei várias fotos, fotos esta que estão logo abaixo pra vocês verem, eu fiquei na duvida, mas quando ele acordou, ao poucos o volume foi dimunuindo, achei incrivel.









Ele estava ou não excitado?
Meus amores, gostaria de me retratar por causa de 3 situações, a demora na minha postagem, estavam prontas, mas gripei foda mesmo, mas já estou melhor, então...


Segunda: Eu tive um certo desentendimento com algumas pessoas por causa do meu texto na última postagem, a pessoa reponsável pelo meu estado de espirito no momento que escrevi o blog e um amigo meu ficaram super preocupados com o conteúdo do texto, mas aviso, o texto foi escrito antes, quando eu estava realmente na merda, estou me sentindo bem melhor, então não se preocupem.


Terceira: Houve um erro na postagem do conto, uma parte ficou faltando e somente uma pessoa percebeu, então estou refazendo a cronologia do blog, acabei engolindo uma parte do conto, a parte 56, então pra entenderem vai ficar assim. ATENÇÃO, REPETINDO, DEVIDO O ERRO, ESTOU REFAZENDO A CRONOLOGIA DO BLOG


Feed


Anônimo disse...
Sem comentarios para o que vc escreveu, rafa, sobre o que vc escreveu sobre mim, sobre vc, sobre seu futuro, ou a falta dele. Vc escreve como poucos, e como poucos sabe como machucar alguém. Obrigado por isso. Sei q te machuquei muito, e acho que merecia mesmo isso que vc escreveu. Ninguém jamais poderia ler essas palavras que vc escreveu sem chorar muito, foi doloroso demais, eu chorei demais. Não ache que esqueci de responder o seu email, ele é importante demais pra mim, e quero escreve-lo com calma, pois ele (vc) significa muito pra mim, muito mais do que vc ousa imaginar.


Resposta: Cara, eu gosto muito de você, é uma pessoa incrível, maravilhosa, tivemos nossos desentendimentos, mas o que escrevi não é recente como lhe disse, estou magoado ainda, mas foi no auge do problema (se é q posso chamar assim), mas sua amizade vou querer, só depende de você. Beijo enorme


André, rec disse...
Eai cara, bls?
achei esse blog quando eu fui baixar fotos do vinnie, e veio um documento com o http do site, então decidi entrar!
chegando aqui vi o conto e não me retrair rm ler,!
comecei e não me arrependi, li todas as postagens ate a 55 ontem, (em um dia só) de tão bom que é esse conto!
quero sabe rlogo o final dessa historia, é como você tinha dito, ja ri, ja chorei e ate fiquei triste com esse conto, realmente vale a pena! :D
hoje fui procurar a postagem de numero 56 maas nun achei, será que dá pra vc reposta-lá? se der vou ficar tão feliz que sou capaz de pegar um bus e ir ai te dar um beijo! uashuahsuahsuah falo sério!
então é isso, nun demora mto pra postar dinovo não hein? e ve se consegue a de n.56.
Vlw cara, e continua sim com o blog, se quiser uma ajudinha tamo aê, "falo serio"!
Abração, André Ricardo
Recife-PE



Resposta: Cara, mil vezes obrigado, com a quantidade de coisas a escrever pro blog, não reparei que perdi uma parte muito importando pro Benjamim, não notei mesmo, mas abaixo está postado a parte que faltou, e você pode reler as partes que vai entender mais ainda, obrigado mesmo hein, e seja muito bem vindo cara, obrigado pelo comentário, é sempre um up pra gente, nos dá força em continuar e não precisa vir ao Rio não heheheh, basta informar, eu procuro fazer o blog do gosto de vocês, mas ninguém palpita nada, então é como se fosse um tiro no escuro, aí fica dificil né? heheheh. Na real, eu esqueci de marcar o conto, então ficou no vazio, mas foi ppostado sim

Cronologia do Conto


Parte 55



Parte 56 (esqueci de postar esta parte importante)


INÉDITO


Eu não podia acreditar q tinha acabado de fazer amor com o mesmo cara que estava falando aqueles absurdos. Eu estava ainda meio fraco da noite e porque tinha acabado de acordar, por isso a reação imediata foi tremer, sentir o pulsar do coração com mais pressão dentro do peito, eu só conseguia olhar para o vidro da janela do hotel, que dava no mar, aquele mesmo mar que havia presenciado a minha primeira vez. Ele estava vermelho e envergonhado. Na raiva, furia, descontentamento, ou qualquer outro sentimento ruim que eu não saberia definir, arranquei a aliança do meu dedo (ai q saudades dela ;~), pus em cima da mesa e disse:


Benjamim - é isso o q vc quer, Henrique?

Henrique - claro q ñ, B, põe isso de volta no dedo

B - pra q? A gente nem namora mais mesmo

H - para com isso

B - vc vai embora e terminamos, ñ é isso? Então ñ tem mais motivos pra usar esse pedaço de metal retorcido

H - ñ é só um pedaço de metal. Representa o q eu sinto por vc: é forte e é pra sempre

B - pra sempre até vc embarcar num avião e ir pra longe? Nossa!!!! Seu pra sempre ñ dura nem meses

H - vc acha q se eu pudesse ficar com vc e a especialização eu ñ ficaria? Por favor, ñ me peça pra ficar, me partiria o coração e a minha ida se tornaria mais dificil

B - AAARRRGGGGHHHH!!!! Q MERDA,, MEU FILHO, VC Ñ ESCUTOU??? E-U E-S-P-E-R-O V-C!!!!!

H - mas... B, ñ é justo eu te pedir pra esperar

B - se vc tem q ir e eu tenho q ficar, pq a gente ñ pode esperar? E vc ñ precisa pedir, eu, de minha livre e espontanea vontade, espero vc, sem problemas

H - coloca esse anel no dedo, por favor

B - vc concorda com o q eu disse?

H - vai, Benjamim!!! (choramingando)

B - concorda, ou ñ? (ameaçando)

H - ta, agora põe



Um sorriso brotou nos meus labios e depois eu comecei a sorver o café preto da chícara. Coloquei o anel e, depois de paquerá-lo no meu dedo...



B - olha, amor, ñ fica lindo em mim?


Ele ainda estava sério, mas não dei maiores atenções a isso, afinal, ainda estávamos juntos.



Acho q em 2006, não sei o dia, o namorado da minha mãe pediu para q eu fosse com ele na casa de um tia minha, irmã da minha mãe,no carro dele. Fomos buscar umas caixas e ele me chamou pq ñ conhecia mais o local, dissera ele q ia se perder se fosse sozinho. Fazia muito tempo que eu e minha mãe não conversávamos... quer dizer, fazia tempo q eu não via a minha mãe. Apesar de o relacionamento da gente ter melhorado, vez ou outra ela dava os ataques dela e eu me mandava. Uma vez pegamos uma briga feia e como briga familiar quando começa vem a tona tudo o q está engasgado, ela mais uma vez me insultou por eu ser gay. Por diversas vezes eu dissera a mim mesmo q dia tal foi a gota d'água, mas esse dia realmente foi. Ficamos meses sem nos falar, até esse dia, mas eu não sabia q ia encontrar a minha mãe lá. Quando chegamos na casa da minha tia...



Hamilton - é aqui né?

B - é sim



Hamilton buzina...



B - mas o pessoal vai trazer as caixas pra cá? ñ é melhor a gent ir buscar?



Ele nem respondeu. De repente eu ouço um "Tchau" numa voz bem familiar. Era a minha mãe. Eu ñ sabia q nos encotrariamos e olhei feio pro Hamilton...



H - vocês precisam fazer as pazes

B - vc ñ devia ter feito isso



Ela entra no banco de trás...



Mãe - pq ele ta aqui?

H - vocês precisam fazer as pazes

M - vc e suas intromissões!!! Já disse q ñ quero mais falar com essa pessoa

H - essa pessoa é o seu filho unico

M - e minha única decepção

H - isso é jeito de falar?

B - oi, alô? Eu tou aqui, dá pra parar de falar como se eu ñ estivesse?



O Hamilton liga o carro e segue em direção a casa deles, ou seja, a minha antiga casa. No caminho nada é dito. Um silêncio mudo (eu sei q é redundante) se instala dentro daquele automovel. A viagem seria longa... Do nada, o Hamilton põe um cd pra tocar. Era Bon Jovi. Eu e minha mãe nunca tivemos gostos musicais parecidos, mas adoravamos Bon Jovi, quer dizer, era a unica coisa q escutavamos juntos (ñ sou muito fã ñ) mas tinha uma música q adorávamos: Keep the Faith. É super animada e ao vivo então!!! escutando os primeiros acordes do baixo a gente se olhou atraves daquele vidrinho do carro (q agora eskeci o nome) e a gente se estranhou, foi engraçado, vendo hj. Depois do baixo, vinha a bateria e aí era só animação. O John Bon Jovi começava cantando e ñ deu outra...



M - kkkkkkkkkk aí, adoro essa musica

B - é, eu tbm (automaticamente)



Mas até então ñ tinhamos feito as pazes...



H - eu ñ sei como é q vocês gostam de metal

M - isso ñ pe metal, é só rock

H - pra mim, uma musica antigona dessas... eca!!!

B - prefiro isso que os seus bregas, Hamilton

M - hahahahaha, é verdade, ñ aguento mais aquelas porcarias "Come on keep the faith, HEEEYYYY"

B - hahahahahahha, aew mãe, lembrando os velhos tempos, se cuida Hamilton

M - tou sentindo falta do show do cover deles, nunca mais fez show aqui (...)

B - engano seu, uns dois meses atras, se ñ me engano, eles vieram

M - como? E eu ñ soube??? Poxa!!!

B - eu mesmo fui, muito bom!!! Tocou ainda um Dj de musica dos anos 80, um q tocava Beatles remix, eu ñ sei cantar, mas eu sabia alguns refrões, tipo, eu como um louco la no meio do povo "Lucy in the sky with diamonds!!!" hahahahahah e eu só sei esse refrão pq os livros de historia falam dessa musica e do Sgt Peapers

M - q inveja... mas ai, no caso, vc foi com o tal do Henrique, né?

B - ñ, a gente ñ ta mais junto, faz um tempão (com uma voz triste)

M - pq?

B - ele casou

M - e pode casar com homem?

B - mas com mulher pode

M - mas ele deixou de ser gay?

B - ah, mãe, pare de se iludir...

M - ñ tem jeito né? Vc vai ser assim pra sempre? (conformada)

B - ñ, pra sempre ñ, só até eu morrer

M - ta né, fazer o q?

B - eu sei o q fazer? Esperar o cover do Bon Jovi voltar pra cidade e a gente ir juntos

M - é uma boa



E assim, ao som de Bon Jovi, selou-se a paz q reina entre eu e minha mãe até hj.


Parte 57


Parte 58


Parte 59





Postei as partes para ficar antenados, para entenderem, então é bom que leiam novamente algumas partes, incluindo a parte 56



E agora inédito





O Médico - Parte 60



Foi um telefonema esquisito que me implicava em ir diretamente para a casa do Henrique o mais depressa possível...

********************* Continuando *********************

B - o q houve?

D. Edna - eu ñ sei, ele está chorando faz um tempão e ele fica se batendo no rosto, eu tou preocupada Benjamim

Seu Henri - vocês brigaram?

B - brigamos

SH - eu até ja sei pq... mas Benjamim, vc tem q entender q...(interrompo)

B - eu entendo, entendo perfeitamente, por isso eu e ele terminamos, mas parece q ele ñ quer aceitar

SH - então, já q vc entende o q se passa, convença-o a ir pra lá e ficar



Me soou estranho aquele pedido. Era o como se alguem que soubesse do que realmente o fogo é feito, mas não se importasse em manipular água por perto. A mesma pessoa que me chateara com o papo de assumir era a mesma que me mostrava o quanto tudo tinha sido em vão. Eu nunca consegui não gostar do Seu Henri, por outro lado, nunca gostei daquele inglês amargurado e estúpido...



B - claro, falarei com ele (com frieza)



Subimos as escadas e entramos no quarto dele. Encontramos o Henrique deitado na cama, em posição de conchinha e chorando com o rosto vermelho, alguns arranhões nas maças do rosto e um gemido infatil de dor. Deu pena, mas eu e ainda era a frieza naquele quarto...



Henrique - vc veio?

B - pra dizer q vá pra Londres

H - veio pra isso? Me abandonar?

B - é melhor pra vc

H - melhor pra mim? Desde quando?

SH - Henrique, lembra da nossa conversa?

H - não quero saber,pai, será q o senhor não vê como é q eu fico longe do Benjamim? Quanta dor mais eu vou ter q sentir pra provar q isso é incorrigível?



Eu e o Seu Henri nos olhamos. Eu estava mais frio q antes e não mais me sensibilizava com o drama do Henrique, pelo contrário, eu via alguem fraco q teve todas as oportunidades q a vida pode proporcionar para q ele vinhesse a ser um homem de verdade e não aproveitou...



B - medicina sempre foi tudo o q vc quis, muito antes de vc me conhecer

H - eu ñ aguento mais tudo isso!!! Saiam os dois e me deixem com ele... SAIAM!!!


Os pais dele saíram, eu me aproximei da cama e me sentei na beirada...



H - eu quero me matar, Benjamim, viver ñ está mais valendo a pena pra mim. Pra q viver? E ainda vem vc me anunciando a sentença de morte

B - foi você quem quis assim. Eu disse desde de o inicio q eu te esperaria...(interrompe)

H - vem comigo!!!

B - não, ainda quero estudar, fazer a minha carreira

H - a minha carreira está feita, deixa q eu te guio

B - eu ainda quero fazer arquitetura, lemra?

H - eu te sustento, é seguro e...convenhamos, a possibilidade de vc se dar bem é muito menor q a minha. Eu sou o seu porto seguro

B - não mais, na verdade nunca foi, eu me iludi pensando q era

H - vc vai aguentar a nossa separação?

B - ñ sei

H - não vai, Benjamim, aceite isso

B - ta, aceito

H - aceita??? jura???
B - aceito que eu não vou suportar essa separação, eu te amo demais, infelizmente, mas fazer o q né? (irônico)

H - vc me ama infelizmente?

B - infelizmente pq sou refém do seu desmazelo com a nossa união, vc faz o q quer, cara, eu sei q vc gosta de mim, sei do q vc é capaz de fazer por mim, mas agora vc ñ é mais um moleque, mas age como um e eu que me dane, sou eu quem sofre as consequencias das suas escolhas impulsivas... eu q sofro Henrique em nome do seu bem estar, em nome da sua carreira, em nome da sua credibilidade enquanto médico, em nome do seu sobrenome...eu faria um grande esforço por vc se vc merecesse, mas ñ merece e sabe pq eu ñ vou pra Londres com vc? Pq vc ñ me passa mais segurança, me sinto perdido ao seu lado, tudo se torna imprevisível e infelizmente meu caro, agora eu quero mais, eu preciso de mais e eu vou correr atras da minha formação acadêmica pq ñ sei até quando dura o seu amor e a sua boa vontade



Ele ficou sem reação diante das minhas duras criticas. Como ele iria negar tudo isso, ou retrucar? Ele só baixou a cabeça de novo e ficou olhando pra baixo...



B - Henrique?

H - eu não presto...(uma voz muda)

B - quem disse isso?

H - as minhas atitudes... eu não presto

B - vc tem sonhos que nutriu desde a adolescencia e apesar de agora ser um homem, vc ainda não os realizou. Faça o seguinte, realize os seus sonhos, satisfassa-se e depois veremos



Dei um beijo frio no rosto dele e fui saindo da cama quando uma mão rígida e ao mesmo tempo macia me segurou...



H - espera, vc tem mesmo q ir, eu sei, mas se despessa decentemente

B - hã???



Ele se levantou da cama e me beijou. Ele me abraçou pela cintura, me apertou firme mas ainda com carinho. A lingua foi se aconchegando dentro da minha boca e selamos um beijo gostoso. As carícias me faziam lembrar das nossas primeiras vezes tão cheias de paixão e medo juvenil. Nunca senti o amor dele tão vivo!!! Nos beijamos e depois nos olhamos nos olhos e não haviam lágrimas, só a constatação de que tudo estava desgastado. Havia acabado de verdade.

***************************


Bom, vamos concordar que este relacionamento deu o que tinha que dar né, infelizmente o acaso acabou com o relacionamento deles, mas essa é a vida. Ainda tem algumas coisas sobre o Benjamim que deve ser falado, o Médico ainda não acabou, até o próximo capítulo... E desculpem meu erro, mas foi sem querer mesmo.

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12 de abril de 2009

Causos e Flagras

Oi povooooooooo!!!!!! Óia eu aqui de novo!




Bom, Rafa pediu pra eu postar hoje pq ele está sem condições pra isso: sem net e tá meio mal(segundo ele) não sei qual é o problema, acho que seja uma dessas viroses que pegam a gente de repente e jogam na cama... Então eu vou contar a segunda parte verídica tb da minha vida de solteiro. Como prometi vão aí umas fotos, essas são antigas mas é uma das que eu mais gosto. Não sei o nome desse modelo, essa parte normalmente fica a carto do Rafa... mas se deliciem!!!




Diário de um solteiro 2.


Bom depois de uma transa muito da gostosa com o Celso eu mal descancei em casa quando recebi a ligação do Márcio. E é claro que eu fui. Me arrumei todo fiquei lindão e sai correndo até a lanchonete em que eu tinha conhecido o Márcio. Cheguei lá e ele já estava me esperando. Sentei com ele pedi um suco e conversamos mais um pouco, e eu comecei a olhar mais quente pra ele. Enquanto ele falava eu olhava pra sua boca gostosa, e pro seu olho cor de mel. Ele percebeu e perguntou: "porque vc me olha assim?" na lata eu respondi: "porque to doido pra te beijar!" ai ele arregalou o olho, me censurando por nós estarmos em local público mas eu o acalmei: "calma, não vou te beijar aqui não, vamos ao meu escritório!" É eu tenho um escritório que fica bem próximo à lanchonete. Saímos de lá e fomos direto ao escritório que estava vazio porque ainda não estava funcionando, eu só ia inaugurar ele outro dia. Ao entrar na minha sala eu já sentei ele na cadeira e me pus em outra à sua frente. Ele ficou meio preocupado e conversou algumas besteiras, eu adiantei as coisas e começei a beijá-lo loucamente.Que beijo esse homem tem! me levantei e tirei minha camisa, ele começou a me beijar no peito, na barriga... foi descendo a língua até alcançar o zíper da minha calça... foi baixando devagar enquanto eu tirava a sua camisa e então vi pela primeira vez o peitoral forte e com poucos pelos daquele cara gostoso... ele abriu bem a boca e abocanhou de vez a minha rola, senti o seu nariz na região pubiana com uma respiração forte... senti um frio na espinha e um prazer sem igual. Ele se levantou, abaixei o short dele e me pus a fazer o mesmo. A chupar o pau dele que era menor que o meu em comprimento mas compensava pela espessura, quase não coube em minha boca o mastro do Márcio... ele se sentou na mesa, e nos beijamos mais um pouco. Ele abriu as pernas e encostou a cabeça do meu pau no seu cuzinho piscando... peladinho... eu fui à loucura! ele pediu a camisinha e eu pus... ele me sentou na cadeira e de frente pra mim veio se sentando no meu pau... a cada centímetro que entrava ele fechava o olho com dor e eu com prazer até que entrou toda e eu comecei a sentir seu cu contraíndo-se para se acostumar com o gostoso intruso! ele passou a se masturbar e rebolar sobre meu pau... que cena linda! Aquele homem zarrão todo grande e gostoso sentado no meu pau rebolando e gemendo de prazer... com as duas mãos eu abri mais ainda a bunda dele e comecei a bombar e ele se empolgando com a punheta até que eu já não aguentava mais e anunciei o gozo... então pra me provocar ele intensificou as estocadas rebolando ainda mais no meu pau enquanto eu bombava no rabo apertado dele... quando senti as primeiras jorradas de porra abracei ele pela cintura imobilizando-o e fazendo com que meu movimento me fizesse encher ele de leite... ele não aguentou e gozou na minha barriga também... me beijou de novo e fomos nos limpar. depois dessa eu tinha que ir à faculdade pois ainda tinha um encontro com Paulo. Um carinha que eu era afim mas nunca tive nada devido o meu namorado. saimos do escritório e na rua nos comprimentamos como conhecidos, cada um foi pra um lado: ele pra sua casa com o marido e eu pra faculdade pros braços de Paulo que me esperava a mais de 6 meses... ai ai ai eu já tô gostando de ser solteiro!?!?! hauhuahuae pois é na próxima eu conto como foi com o Paulo lá na faculdade.




Um bjo bem grandão!












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10 de abril de 2009

Causos e Flagras

Oi povoooooo!!!!!!!! O Rafa tá ficando doidim coitado! Gente vcs acham que eu iria deixar ele fazer isso com o blog?! Não não não não o blog não vai acabar não. Pelo menos não de repente. Se acontecer será algo muito bem pensado e comunicado e todos os compromissos cumpridos. Então relaxem!

De fato o tempo tem sido um grande vilão na nossa vida blogueira. Pra mim é ainda mais fácil pq só colaboro e nem assim tenho tempo imaginem o Rafa pra tomar conta de cada detalhe disso aqui? É muita coisa mesmo... Mas Rafa, se preocupa não viu? Vou arranjar um gostosão pra te dar um gás aí e assim vc pegar fôlego aqui no Blog.

Gente aí vai um conto meu mesmo pro Causos, está muuuuuito resumido pq é tipo conto, mas quem quiser saber mais detalhes é só deixar recado pedindo que eu na próxima ponho mais detalhes terão mais cenas aí viu? só depende de vcs... Eu estou novamente solteiro aí vem contando isso tbm. Não vou mais colocar foto pq não selecionei nenhuma pra hj, só fiz o conto mesmo. Prometo na próxima colocar.


Por eu mesmo, Paulinho (fato real)


Diário de um solteiro.


Fiquei solteiro no dia do meu aniversário, 1/3. Logo que caiu a ficha de que eu estava novamente só, me veio uma vontade louca de conhecer gente nova. Isso não tinha nada a ver com o sentimento que eu tinha pelo meu ex, mas a condição que nos separamos favorecia pra que eu o esquecesse rápido. Foi então que eu resolvi entrar num site desses de relacionamento pra ver o que é que dava. Acabei encontrando um cara muito do lindo não tinha muita beleza corporal isso é bem verdade, era um pouco mais magro que eu mais altoe mais moreno... porém era muito lindo de rosto, com um lindo olho verde e uma boca carnuda bem bonita. Eu não me acho muito bonito de rosto mas completo com um corpo que eu gosto mais e que tem agradado quem observa. Celso foi o tipo do cara que ao conhecer me identifiquei logo. Muito atencioso e carinhoso,e nessa conversinha acabamos marcando pra sair (na verdade eu fui à casa dele). No dia que marcamos eu estava na lanchonete no centro da cidade antes de ir à faculdade e só então eu ia na casa do Celso e passar a noite lá. Nessa lanchonete eu estava lá comendo bem a vontade, quando me passa um morenaço na rua olhando pra dentro da lanchonete. É claro que nossos olhares se cruzaram e eu o encarei mesmo, queria que ele percebesse que eu tava afim... ele retribuiu o olhar. Eu sorri, ele tb... passou direto...pensei: "ele vai voltar!" E de fato ele voltou. Aí eu pude perceber como ele era mesmo, corpo massa tipo nadador um olho cor de mel lindooooo. Veio e sentou-se na mesa ao lado e na mesma hora chamei: "senta aqui comigo!" Ele veio e sentou-se, não perdi tempo e encostei minha perna na dele. Ele sorriu e se apresentou: Márcio. E a partir daí o papo rolou solto e cada vez mais quente... dei meus contatos pra ele e pedi que entrasse em contato comigo pra gente se ver novamente. Fui pra faculdade e depois pra casa do Celso onde ele já me aguardava cheiroso e lindo. Entrei na casa dele e conversamos bastante, até que ele se aproximou e com as suas mãos, pegou minha cabeça e levou até seu peito num abraço carinhoso. Levantei a cabeça e ele me beijou... começando num bjo languido e carinhoso e rapidamente estávamos frenéticos sobre a cama, roupas já estavam pelo chão e eu de boca naquele membro que quase nem cabia em minha boca... ele urrava e de repente me puxou me pos de pernas abertas e devagarzinho foi desenrolando a camisinha olhando a minha barriga e pau e rabo virados pra ele. depois ele veio por cima de mim, enfiando o membro rijo e grande até que não houvesse nenhuma sobra. Ele quis mais quem conduziu primeiro os movimentos fui eu. Mesmo com ele em cima de mim consegui rebolar e mecher o quadril, fazendo com que seu pau entrasse e saisse de dentro de mim e ele fechava os olhos urrava, suava, pingava em minha testa... depois permiti e ele começou a bombar cada vez mais forte e mais rápido... e incrivelmente sem que eu masturbasse-me gozei entre nossas barrigas, a ficção que fazíamos era tão intensa que não precisei usar a mão... gozei mesmo e ele vendo isso não demorou muito e gozou tbm...muito prazer. Fomos pro banho e continuamos a farra. Era pra ser um banho romantico tipo namorados mesmo. Mas depois de muito bjo carinhoso acabamos foi no rala e rola. ele me posicionou contra a parede e ensaboou minha bunda, pos outra camisinha (afinal era a primeira transa no primeiro encontro!) e novamente começei eu a fazer os movimentos. Nossa agora eu pude mostrar o meu potencial.Celso com certeza nunca tinha visto alguém que rebolasse tanto em um pau como eu fazia naquele momento. tudo que ele fazia dessa vez era me masturbar... gozamos praticamente juntos ele e depois eu... terminamos o banho e deitamos na cama nus e exaustos, abraçados de conchinha. Voce já sabe que aconteceu quando acordamos né? a primeira coisa que fizemos foi sexo muito selvagem... dessa vez eu sentei e cavalguei gostoso. Não me esquecerei da cara que ele fizera ao ver que eu tive coragem de sentar naquele pau enorme mesmo depois de já ter sido comido por duas vezes. Mas eu sentei mesmo e melei a barriga e o pescoço dele de gala.Ele demorou um pouco mais mas gozou tanto que se contorcia na cama... É muito bom ver a cara dele de gozo... dá ainda mais tesão. Bom tomamos outro banho e café. Depois eu tive que ir pra casa... cheguei cansadão e dormi feito urso hibernando. Acordei no final da manhã com o celular tocando, atendi: "Alô? Márcio? Oi tudo bom! Eu te ver agora? Claro já vou me arrumar e te encontro!" Levantei num pulo e... bom agora só na próxima né?

Bjão

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18 de dezembro de 2008

Causos e Flagras - Rafa

Causos de Flagras - Rafa

A primeira vez eu estava numa festa de parente na garagem de apê do meu tio, muito churrasco, muita bebida, muita farra, percebi que um tio meu de 30 em 30 minutos ia pro mato mijar, ele estava bebendo muito, e fiquei na mnha, quando chegou a noite, ele estava muito bêbado mesmo, porradinho, cheguei fingindo inocência kkkkkkkkk e falei "tio, onde é que você está mijando?" ele doidão me mostrou falando "bora la q quero mijar de novo" e fomos, fomos pra tras de um caminhão estacionado, mijamos, mas resovi fazer uma pergunta a ele (nao sei como tive coragem de fazer tal pergunta ridicula, eu devia ter uns 13 anos já) "tio, o que é aquele buraquinho no pau?" hehehehh sei que é ridiculo, falava do canal por onde sai a urin. Ele fez uma cara de quem não estava entendendo a pergunta, eu simplesmente "não tio, esse aqui ó" abrindo a calça dele, colocando a mão dentro da cueca e puxando seu pau pra fora, mostrando a cabeça do pau e passando o dedo no tal "buraquinho" hehehhehehh, ele nem se espantou, fiquei com a mão lá por mais ou menos 1 minuto, aí ele tentou me explicar o que era, eu nçao prestava atenção em nada, só lembro dele falar que quando tivesse maior nóis íamos sair pra pegar a mulherada e tal, mas aí apareceu um outro cara pra mijar tb, saí dali kkkkkkkkkkkkkk ainda bem que ele teve amnésia alcólica kkkkkkkkk


Na semana seguinte, repeti a besteira kkkkkkkkk mas foi com meu avô kkkkkkkkkkkk vocês devem achar que sou louco né, mas tive que aproveitar, ele chegou bêbado, eu fui até o quarto dele pedir dinheiro rsss ele disse que não, eu tentando argumentar, ele tirou as calças, estava de cueca, e eu sempre me questinei o porque dos velhos terem o saco caído, e aproveitei, pergunta isso a ele, respondia que não, que não tem, e eu batendo no martelo q ele tem o saco caído, aí ele, "aqui o saco caído" puxando o saco junto com o pau pra fora, aquele monumento, o saco realmente é caído, mas o pau, que enorme, ele mostrou e colocou pra dentro da cueca, até que resolvi fazer a perguntinha sobre o tal "buraquinho" rs, mas aí ja aproveitei e meti a mão na cueca dele, segurando o pau com as duas mãos, impressionado com o tamanho do documento dele, eu estava sentado na cama e ele em pé de mim, eu fingi coçar a perna e dei uma leva aproximada ao seu pau, leve nada, mt proximo, tipo uns 2 cm do pau dele e minha boca, mas me recompus e saí dali kkkkkkkkkkkk vocês devem me achar m pervertido kkkkkkkkkkkkkkkkk mas hoje em dia tenho vergonha disso kkkkkkkkkkk


Eu já fui muito apaixonado por um primo meu, muito mesmo, cheguei a adoecer por conta do amor, mas depois, no decorrer do tempo resolvo se conto ou não nossa história, mas sempre achei que fosse recíproco o amor, teve uma situação que pegamos um colchão e colocamos no cã da sala, ficamos vendo vídeos e dormimos por ali mesmo, ao acordar pela madrugada a deu pra ver um pedaço do seu rosto, mesmo na escuridão, eu fiquei observando e encostei meus lábios no dele, aos pouco passei a mão por seu corpo, até chegar em sua calça, fui abrindo aos pouco, meti a mão no pau dele, estava mole, enchi a mão com seu saco e voltei pro pau, que aos poucos foi tomando vida, foi crescendo na minha mão, com a mão direita eu segurava seu pau e com a esquerda me masturbava, aquele pau grosso na minha mão, latejando, só de lembrar fico excitado kkkkkkkkkkkkk até que ele se mexeu e pôs a mão dele sobre a minha pressionando mais contra seu pau, e aconteceu mais uma coisa que não falo, pois se for contar tudo, perderá a graça se contar agora kkkkkkkkkkkkk



Continua........





O Médico - Parte 36





Érique - oi
B - oie, o q ta fazendo aqui, vc nem foi escalado (ele nunca era escalados pras festas)
É - vim conversar
B - sobre...?
É - vamos para um lugar mais reservado?


*****************************************

Andamos até os banheiros e ficamos os dois de frente um para o outro...
É - ja faz um tempo q eu ñ apronto
B - hahahahha pois é, o q te deu?
É - hehehehe, ataque de consciência
B - fala, continua...
É - o meu pai vem percebendo o meu comportamento mudando e me disse q está prestes a me tirar do batente
B - hum, q bom!
É - mas eu quero abandonar isso o mais rápido possível
B - mas vai ter q esperar né?
É - depende, se vc me ajudar...
B - ai, ai, fala, qual é o plano?
É - vc me fazer de bom moço pro meu pai
B - e como é q eu faço isso?
É - simples, vc vai dizer pro meu pai q eu tenho ido bem no trabalho, q ñ dou problemas, q sou uma doce criança inocente hahahaha
B - tirando o "doce" e "inocente", até q é mesmo hahahaha
É - hahahaha ñ judia de mim. Olha só, vc faz isso por mim?
B - claro, pode deixar


O pai do Érique veio me procurar e eu fiz o planinho dar certo. Ele foi perguntar para o seu Amilton, que por sua vez passou a bola pra mim, já q era eu quem coordenava os garçons e disse o q o Érique me pediu. 2 dias depois, o Érique ñ trabalhava mais lá e tinha voltado a vida de antes. Uma noite qualquer, ainda na mesma semana q isso tudo tinha acontecido, o Érique me reaparece no vestiário me procurando:

É - posso falar com vc?
B - aham, deixa eu só me vesti

Vesti o uniforme e o avental de cintura e fomos para a porta dos fundos...

B - fala
É - isso é um adeus
B - pra onde vc vai?
É - o adeus é pra vc (falando com uma voz tristonha)
B - pq?
É - ..................................................
B - é pq eu sou garçom ñ é?
É - ..................................................

B - ñ tenha vergonha de dizer

Eu ñ estava apaixonado pelo Érique, realmente era só carência acumulada. Ñ me senti ofendido em sentir q a história estava se repitindo, afinal, o Érique era só um garoto mal criado. Ele podia ja ser maior de idade, mas ainda era um garoto...

É - ñ é bem assim...
B - e como é? (bem calmo)
É - é q... vc tem q compreender...
B - eu compreendo
É - ñ, vc ñ compreende, vc é gostosinho e tal mas tem coisas q... é dificil de explicar
B - vc ñ teria coragem de me apresentar como namorado, se fosse assumido, ñ é isso?
É - talvez... é isso sim
B - ñ se preocupe, vc ñ é o 1º q faz isso
É - outro cara ja te deixou por vc ser garçom?
B - ja
É - merda! Eu preocupado em ñ passar uma idéia de q te usei para limpar a minha barra com o meu pai... parece q estou reabrindo feridas ñ é?
B - relaxe, isso ñ é culpa sua
É - me perdoa Benjamim
B - vc ja ta perdoado, ja disse, relaxe, ñ foi nada, eu tbm ñ tinha esperanças d q isso ñ passasse de sexo
É - mas eu gostei muito de ficar com vc
B - ñ vai faltar gatões pra vc, mas vê se se cuida hein? Juizo hein? (foi a partir daqui q eu comecei a me despedir das pessoas dizendo "Juizo hein?")
É - pode deixar... mas vc ñ vai mesmo ficar com raiva né?
B - ñ garoto, ja disse, relaxe (passando a mão no cabelo dele, bagunçando)
É - ok, quero q saiba q ñ vou te esquecer


O Érique ñ me fez falta. Nunca senti nada forte por ele, era mais sexo mesmo. Fazia tanto tempo q ñ me envolvia com alguém q acabou por ser somente um momento pra estravasar os sentimentos reprimidos. Durante algum tempo, nunca mais ouvi falar nele. Teve um tempo no bairro em q eu morava q a coisa estava ficando esquisita. Um grupo criminoso tava marcando umas casas e invadiam-nas depois. Fiquei com muito medo pq morava sozinho e a casa era bem vulnerável a qualquer tipo de assalto...

Vagner - vem morar comigo e com a Ana
Benjamim - como assim?
V - eu ia te contar, mas ñ tivemos tempo
B - v6 vão morar só?
V - é, decidimos essa semana
B - pq as pressas?
V - ah, a gente ja ta junto há 3 anos, a gente se gosta e o pai dela ta querendo se livrar logo dela e ta ajudando, dando apoio
B - hahahaha, é, pois é, menos despesas pra ele né?
V - a gente ja deu entrada em um apê, na orla
B - poxa! Ta podendo hein?
V - é bom ter sogro assim!!!
B - aproveita, ñ se sabe quando é q essa doença vai passar
V - hahahaha, e vc vem com a gente
B - vc sabe q eu odeio ser inconveniente
V - mas vc é de casa já, ñ teremos pudores de transar na sua frente, só se vc ficar com frescuras
B - hahahahahahaha, palhaço!
V - e entã?
B - o q Ana, o q ela acha?
V - ele vai concordar, com certeza


Fomos morar juntos, foi uma folia só. Nunca tinha estado tão feliz desde q tudo aconteceu. Éramos como irmãos, eu, Vagner e Ana. Muitas vezes dormimos todos juntos, na mesma cama, cheios de pipoca doce nos cobertores. A gente fazia questão de passar a impressão d q rolava umas semvergonhices entre os condôminos. Era só diversão! Por um tempo foi assim. Mas ficamos cada dia mais sobrecarregados e começamos a estagiar e quase ñ parávamos em casa. Ñ q a amizade tenha se desgastado, pelo contrário, ficou mais forte com a convivência diária. Éramos uma família. A família q nunca tive. O ano de 2003 passou sem grandes novidades depois dessa mudança. Então vamos para 2004, q tbm começava sem novidades. Era meu último ano na faculdade (eu imaginava q era né? Nem previa essa correria q sofro hj). Deixei de trabalhar no Giordano por conta do estágio, mas saí de lá com as portas abertas para uma possível volta. As vezes eu recebia ligações do Érique, mas eu ñ saía com ele. Ñ queria perder meu tempo em jogos de sedução ou coisa do tipo. Ou era firme ou ñ era. Até pq eu descobri um tempo depois q o Érique tinha um namorado desde o período q ele começou a trabalhar no restaurante, mas me escondia pra poder me usar direitinho no plano dele pra se livrar do trampo. Ñ fiquei com raiva dele, até pq, como ja disse, ñ sentia nada por ele, logo, ñ me feriu. Do Henrique ñ soube de mais nada, só q ele provavelmente estava fazendo especialização de neurologia pq era o q ele me falava quando estávamos juntos e q ele deveria estar com a namorada ainda. Desde a ligação ele ñ tinha mais me procurado, e tbm, eu (finalmente) tinha trocado o celular por um menor (rsrs). O Vagner e a Ana ficrama noivos e me convidaram para ser padrinho. Fiquei tão feliz, mas, em relação ao Henrique, eu sentia q me afastava cada dia mais daquele sentimento fulgaz. Eu ñ sentia mais aquele calor, mas ainda pensava nele todos os dias como penso até hj. Na verdade, hj mais do q nunca!


A minha turma pretendeu não fazer formatura. Ao invés de festas e formalidades, preferimos nos cutir nesse poco tempo q agora nos restava pra se ver. A nossa turma ficou taxada de ser muito unida, ao contrário das outras da faculdade. A gente realmente se gostava muito. Éramos uma turma de 50 pessoas e nunca houve uma briga grave ou um racha na turma. Claro q tinha os grupinhos mais unidos, mas todos eram amigos de todos e, então, decidimos q queriamos compartilhar a nossa despedida de maneira digna. Pq, vamos falar sério, uma festa tão formal quanto uma formatura ñ nos dá a possibilidade de aproveitar o momento da maneira como queremos. Tinha até muita gente q era apegada aos seus familiares e q preferiu de livre e espontânea vontade por ñ levar parentes ou amigos de fora da turma para uma viagem. Seríamos só nós cinquenta nesse avião. Adivinha para onde fomos... Buenos Aires!!! Muito legal. Eu ñ lembro de nada da cidade pq fiquei bêbado a viagem toda (rsrs) e principalmente eu q ñ sou de beber, acabei ficando bêbado logo. Me arrisco a dizer q foi o meu 1º porre de verdade. Uma semana de muita festa. Bons tempos!!!


Viajamos antes dos TCC's pq sabíamos q iríamos passar todos e foi até bom pq refrescou um poco a cabeça de muitos de nós. O Vagner arrumou um bom emprego na secretaria de educação e só firmava cada dia mais o compromisso com a Ana. Esse casamento saía mais cedo ou mais tarde. O ano acabou, um 2005 começava e em fevereiro, passei com média 9,254 no meu TCC. Mas muito antes de eu saber a minha nota, no dia da minha apresentação à banca algo extraordinário aconteceu...

Ana - Benjamim, tem uma senhora aí fora querendo falar com vc
Benjamim - quem é?
A - ñ faço a mínima, mas ela está te chamando lá fora

Fomos eu e Ana pra fora do prédio de Serviço Socia em direção ao estacionamento. Um carro bonito, na cor prata me aguardava...

***************************** Continua ************************


Pois bem, Érique sacaneou, o conto está se encaminhando já pra uma situação bem diferente, houve passagem de tempo, pois bem, mudanças, e muitas outras ainda estão por vir, como viram, a his´toria muda muito, então, nao percam os proximos episódios de O Médico.

Quem seria esta senhora?

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29 de novembro de 2008

Voltando ao normal

Olá minha galera, estou voltando aos poucos, aconteceu certas coisas comigo que me deixaram meio abalado. Eu fui cair na burrice de me apaixonar por um cara que mora em outra cidade, começamos a "namorar" tudo maravilhoso, nos amando, mesmo à distância, ambos fazendo inumeros planos, mas por minha causa, terminamos, eu fiquei com alguns problemas e queria ficar quieto na minha, ele como um bom namorado queria saber o motivo da minha secura, da minha rispidez nas palavras, mas eu não queria falar sobre o assunto, eu queria ficar quieto na minha e com isso começamos a brigar praticamente todos os dias, brigas e mais brigas, até que resolvi terminar, isso acho que não tem um mês, nós ficamos 15 meses namorando, estamos tentando manter uma amizade, mas é estranho, pois ele saiu com outra pessoa e me falou, eu quis saber de tudo, dói, e agora, apesar de mantermos a amizade fica um certo clima, eu sinto isso, pode ser coisa da minha cabeça, mas fica um clima muito estranho pairando por aqui, nós meio que trocamos farpas, um fala pro outro coisas que nunca dissessemos enquanto namoravamos, mas pelo menos da minha parte não fico chateado, ao contrário, e é estranho, porque eu ainda o amo, mas pra mim está sendo indiferente coisas erradas que ele faça, coisas que ele pensa, esta sendo tudo naturalmente Quando ele me disse que sairia com um outro garoto, entrei em desespero, chorei muito, minha cabeça parecia que ia explodir, conversei com Paulinho, que é como um irmão pra mim, chorei muito, mas agora estou me sentindo tão bem, desencanado, percebendo que não valeu a pena todo o sofrimento, to me sentindo estranho, me sentindo vazio, não sei se esse tipo de sentimento , ou a falta dele, é alguma forma que estou usando pra me enganar ou se estou realmente noutra, sei lá, está estranho isso kkkkkkkkkkkkkkkk só um comentário básico. Estava pensando em contar um pouco da minha vida aqui pra quem não acompanhou desde o inicio, quem sabe um pouco me aconselhou a dizer, mas ainda vou pensar um pouco, tem muito história.



Mas vamos ao que interessa, hoje teremos mais Causos e Flagras, temos os ensaios do gostoso do Vinnie, eu repostei no Rapidshare, uplei de novo, vamos ver como vai ser, me avisem se tive problema e se quiserem deixem o e-mail que eu mando os ensaios, mas só se tiver problemas no links, repostei o 1º e 3º ensaio dele, desse pedaço de mau caminho. Gente, eu nao uplei em outro servidor pois o Rapidshare é o melhor que tem, fiz uma pesquisa e todos os outros apresentam inumeros problemas, portanto, esta mesmo no Rapidshare.



Vinnie

Primeiro e terceiro ensaios respectivamente








Feed





Juliano disse...
Rafa, o blog tá cada vez melhor... tem de tudo. Parabéns pra vc, e pro Paulinho tb. Bem, sobre o conto, eu sou muito otimista, ainda estou esperando um final feliz pra historia dos dois. Um bjo pro Paulinho (saudades de vc, Little Paul) e outro grande pra vc Rafa!!


Resposta: Obrigado Juliano, e não é Little Paul, é Little Dick heheheh ele odeia isso hehehehehhe



Marcio disse...
Olá fiquuei encantado e escandalizado... teu log esta cada vez melhor... Parabéns.
Só que dos ensaios do Vinnie(olha eu perturbando de novo) Não dá pra fazer o download do primeiro ensaio maudade... fiquei de p... na mão.. literalmente...jkkkkk
Mas o Terceiro eu nunca tinha visto e adoreeeeeeeeeeeeei...
Felicidades




Resposta: Marcito, obrigado, mas meu blog está muito longe ainda de ficar bom, mas vamos chegar lá, conto com a ajuda de vocês. Eu refiz o upload do 1º ensaio do Vinnie, espero que se delicie, pq eu pensei ate que fosse ficar desidratado por causa desse ensaio (se é q me entende rs) E comente, adoramos, Beijos.






Denilson disse...
Parabéns pelo blog.
Só que não está sendo possível fazer o download do primeiro e do terceiro ensaio do Vinnie.
Algum problema com o Rapidshare. Se puder usar outro site para fazer o upload, seria ótimo.
abração,
Denilson



Resposta: Denilson, refiz o download, espero que agora fique legal. E obrigadão pelo coment, é mt importante.




Leandro disse...
Oi Rafa, tudo bem ? o conto nem falo nada né, cada vez mais intrigante, mais ótimo como sempre, adorei o papo ontem, foi muito bom conversar contigo, bj grande.
P.S.: O papo foi bom, mais chega de muita conversa mole, vamos postando aqui rsrsrsrs.




Resposta: Sim senhor Leandro, seu desejo é uma ordem, gostei também de falar com vc, vc é muito legal. e abaixo temos mais postagem kkkkkkkkkkk. Bjo grande no coração.






Causos e Flagras - Rafa


Mais uma pequena parte dos meus causos.


EU morava próximo a um clube de dança, sempre teve varias farras, num final de semana, o pessoal estava saindo do baile, tinha um carro estacionado em frente a minha janela, com os vidros abertos pro meu lado e fechado pro lado da rua, eu ouvi algumas risadas , quando olho pro carro, aquele balanço total, quando olho pro carro, a mulher com as pernas abertas e o cara por cima metendo forte, eles nem estava aí pro povo da rua zuando, queriam mais era trepar, eles la embaixo e eu me mastrubando kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk


Uma vez a máquina de lavar roupa daqui de casa apresentou um defeito, meu tio é o tipo de homem faz tudo, ele veio aqui em casa ver qual seria o problema da máquina, só que ele chegou com uma bermuda jean, eu emprestei uma minha a ele, pra na sujar, ele viu o tinh de errado, consertou, ficou aqui o dia todo, antes dele ir embora ele foi tomar banho, dei a toalha e ele foi pro banheiro deixando a porta encostada, quando ouvi o chuveiro sendo desligado entrei no meu quarto e vi a bermuda dele na minha cama, peguei abri a porta do banheiro e "tio, aqui está a s..." a frase nao foi terminada, ele estava enxugando o pau, um pau moreno de uns 10 cm mole, aquele pau balançando pra lá e pra ca, grosso, pesado, deixei a bermuda e saí com a cara pegando fogo, nao tive coragem de olhar pra ele.


EU nunca fui de tomar atitude com ninguém, sou lerdo nesse sentido, mas teve 3 vezes q não pude ficar quieto. Tenho vergonha de lembrar o que fiz, mas ja fiz heheh


A primeira vez eu estava numa festa de parente na garagem de apê do meu tio, muito churrasco, muita bebida, muita farra, percebi que um tio meu de 30 em 30 minutos ia pro mato mijar, ele estava bebendo muito, e fiquei na mnha, quando chegou a noite, ele estava muito bêbado mesmo, porradinho, cheguei fingindo inocência kkkkkkkkk e falei "tio, onde é que você está mijando?" ele doidão me mostrou falando "bora la q quero mijar de novo" e fomos, fomos pra tras de um caminhão estacionado, mijamos, mas resovi fazer uma pergunta a ele (nao sei como tive coragem de fazer tal pergunta ridicula, eu devia ter uns 13 anos já) "tio, o que é aquele buraquinho no pau?" hehehehh sei que é ridiculo, falava do canal por onde sai a urin. Ele fez uma cara de quem não estava entendendo a pergunta, eu simplesmente "não tio, esse aqui ó" abrindo a calça dele, colocando a mão dentro da cueca e puxando seu pau pra fora, mostrando a cabeça do pau e passando o dedo no tal "buraquinho" hehehhehehh, ele nem se espantou, fiquei com a mão lá por mais ou menos 1 minuto, aí ele tentou me explicar o que era, eu nçao prestava atenção em nada, só lembro dele falar que quando tivesse maior nóis íamos sair pra pegar a mulherada e tal, mas aí apareceu um outro cara pra mijar tb, saí dali kkkkkkkkkkkkkk ainda bem que ele teve amnésia alcólica kkkkkkkkk



Continua....



O Médico - Parte 30


Homem misterioso - quem é? Isso são horas?

B - hã? er...é, oi, boa noite, é o Benjamim
HM - o filho da Neide?
B - isso!
HM - é, olha só, vou chamar sua mãe


************************* CONTINUANDO ***********************


Nossa! Q vergonha q deu. Provavelmente era o namorado dela q ela tinha convidado pra ir morar com ela. De repente, o portão abre, me assustando...

Mãe - O QUE VC QUER AQUI?
B - vim pedir...(interrompe)
M - PRA VOLTAR? HAHAHA DE JEITO NENHUM
B - por favor mãe!
M - ñ, saia, saia, saia
Namorado dela - olha só Benjamim, sua mãe ainda ta chateada com vc, pq vc ñ volta outro dia?
B - ñ tenho onde morar!
M - vá pra casa do seu macho!!!
B - mãe, para com isso

N - pera Benjamim, deixa eu conversar com a sua mãe
M - tem conversa ñ
N - ele ñ tem pra onde ir, vc vai deixar ele na rua?
M - ele escolheu isso
N - pare com isso Neide, q tipo de mãe é vc?

Nesse momento ela fica me olhando e eu ficava com mais medo, tremia muito. Acho q ela pensou no q o tal namorado novo disse e concordou. Deixou q eu voltasse. Entrei no meu antigo quarto, coloquei a mochila no chão e deitei na cama. Tava moído. Que dia hein? Me levantei da cama e ia começar a tirar o uniforme quando o namorado da minha mãe bate na porta...

N - olha, se preocupa ñ, ela ta nervosa com tudo isso
B - o sr. sabe pq ela me expulsou?
N - ñ me chame de senhor, me chame de Hamilton
B - desculpe, mas vc sabe pq?
H - sei, ela disse, mas td bem, eu ñ ligo pra isso
B - obrigado por me defender
H - ela chora muito sabia?
B - eu tbm choro muito
H - eu acho feio v6 estarem brigando
B - ela ta brigando comigo, eu só fiz contar a verdade

H - mas vc tem q compreender q foi um choque pra ela

Senti vontade de dizer umas verdades na cara dele, mas ele ñ tinha culpa, eu estava estressado do trabalho, estressado por causa do Henrique e agora por causa dos ataques da minha mãe. Coitado, ele ñ tem culpa...

B - é melhor a gente conversar sobre isso depois
H - ok, durma bem

Tirei o uniforme, fiquei só de cueca, me enrolei no lençol e fui dormir. Quando acordei no dia seguinte, eu estava me sentindo péssimo, me senti sujo de ter voltado, mas era o que tinha pra hj (como dizem!). Comecei a pensar no Henrique, senti saudade dele e pena tbm, agora ele tava sozinho e o problema dele era maior do q ele poderia suportar. Eu sempre mantive as aparências pq tinha q esconder a minha verdadeira identidade, mas ele vivia de aparências. O mundinho dele era cheio dessas coisas. Lembro-me como a família dele escondia certas coisas pra q ninguem pensasse nada de ruim deles, lembro-me de como o Henrique tinha q fazer caras e bocas quando tava triste. Ele ñ tinha outro tipo de vida, ele cresceu e foi criado, educado, formado nesses padrões. Eu imaginava a barra q ele aguentava, apesar de ñ ter sido justo o q ele me fez, eu comecei a pensar nas coisas q a gent tem q fazer para q o mundo nos deixe em paz, mas q são coisas q interferem diretamente na nossa felicidade. Ele deveria estar sofrendo muito, mas meu orgulho era maior.


Os dias foram passando e quando eu me dou conta, nesses dias em q eu estive fora de casa a minha mãe contou q eu era gay pra TODA a família. Todos sabiam, cochichavam sobre mim, davam apoio pra minha mãe. Me senti tão humilhado...

Como eu ja disse antes, a minha família adora fazer festas, qualquer coisa é motivo pra realizar uma. Eu ñ ia mais a nenhuma dessas festas. A minha mãe ia e sempre q voltava falava q o pessoal tinha perguntado por mim. "Sei, como se eles quisessem a minha presença", pensava eu. A coisa ficou muito feia nesse sentido. Quase q duas vezes por mês tinha uma grande festa e eu nunca ia. Apesar de eles realmente ñ me quererem por la, tava estaranho! Parecia q eles "queriam" q eu fosse. Mas eu sabia o motivo de tudo isso: apesar da homofobia de todos eles, era como se eles se sentissem mal por me excluirem involuntariamente. Uma vez, dias antes da festa de aniversário do meu primo galinha (lembram dele?) a minha mãe disse q a minha tia, mãe desse primo, queria muito q eu fosse pq eu tava me afastando muito e q "Família tem q ser unida" palavras da minha mãe (ñ esqueço dessas palavras dela). Ñ sei pq, sabia q ñ devia satisfação da minha vida pra essas pessoas q falavam mal de mim pelas costas, mas eu fui.


Foi a coisa mais humillhante q ja fiz. Foi a coisa mais horrível, mais grotesca q ja me aconteceu. Eu cheguei lá e tudo o q eu recebi foram alguns "OI's" e logo eles se afastavam. Fui dar os parabens pro meu primo e ele disse um "Obrigado" em tom rude. Eu sabia muito bem o q ele pensava sobre mim. Todo mundo ficava olhando, eu via bocas perto de ouvidos e tudo o q se via era a falsidade daquelas pessoas. Me deu uma vontade imensa de chorar ali. Me levantei da mesa e saí. Falei com o namorado da minha mãe pra avisá-la de q eu iria embora...

H - pq? ja vai?
B - ja, tou indo
H - fiq mais um pouco rapaz
B - ñ, ñ dá, ninguem me quer por aqui
H - até onde eu soube foi sua tia quem me convidou
B - e tudo o q ela fez foi me dar um "OI" de canto de boca
H - mas é q tem muitos convidados
B - pois pronto, um a mais um a menos ñ fará falta, principalmente se ele for gay

Me despedi dele e de uma prima bem legal q eu tenho q nunca me discriminou e sumi. Tudo o q eu queria era tomar um banho e me livrar da poeira q eu tinha adquirido naquela festa. Eu esfregava a minha pele debaixo do chuveiro com tanta força, fiquei todo vermelho. No fim de tudo, chorei debaixo d'água. As minhas lágrimas se confundiam com os fios de água q caiam do chuveiro. Sai do banho, vesti uma cueca, peguei um pote de biscoitos q eu tinha comprado com o meu dinheiro (eu ja ñ consumia nada do q eles compravam e ainda pagava metade das contas da casa) e fui pra cama. Quando penso em dar uma olhada no celular, vejo algumas chamadas ñ atendidas, o nº era dele. Sim, do Henrique. Ai! Me subiu uma coisa, um ódio reprimido e me deu uma vontade de atirar longe o aparelho, mas eu pensei na grana q aquilo custava (espero ñ estar parecendo frio) e guardei. Fui dormir com as lágrimas ainda rolando no rosto e o travesseiro, coitado, se afogou com essas águas.


No dia seguinte, a minha mãe reclamou muito por eu ter ido embora cedo, q td mundo falou, perguntou pq eu tinha feito isso se a família queria me mostrar q eu ñ tinha motivos pra me excluir. Escutei tudo calado, ñ pq eu me submetia as asneiras da minha mãe, mas pq tudo o q ela dizia me soavam como um blá blá blá e entrava por um ouvido e saia pelo outro. Além do mais eu ñ estava nem um pouco preocupado com o q estavam falando. Um tempo depois, eu soube q esse mesmo primo-galinha estava falando mal de mim para os quatro cantos. Era curioso tudo isso: tanto a minha mãe, como esse primo, bem como todo o resto da minha família tinham vergonha do q os outros pensavam sobre eles terem um gay na família, mas ñ paravam de me difamar na rua. O Henrique ainda me procurou um dia desses na faculdade mais eu disse pro Vagner me livrar dessa. Quando ele voltou...

B - e ai, o q ele disse?
V - queria te ver, falar umas coisas
B - q coisas?
V - queria conversar
B - sobre...?
V - acho q ele queria voltar
B - hahahaha (irônico) sem chance!
V - foi o q eu disse
B - e ele?
V - veio todo cheio de moral dizer q eu ñ era ninguem e q precisava falar com vc e ñ com o seu garoto de recados
B - desaforado!
V - pois é, mas ai eu aproveitei pra dizer pra ele q eu ia passar na casa dele pra pegar as suas coisas, ai ele disse q ñ ia me dar nada, q se vc quisesse, q fosse buscar
B - ai, ñ!!! E agora?
V - relaxe! eu vou pegar


O Vagner, como tinha me prometido, foi na casa do Henrique buscar o resto das minhas coisas. Como estudávamos a tarde, fomos depois das 17hs. Eu disse "fomos" pq o restaurante era próximo do apartamento do Henrique, como ja disse antes. Eu fui pro Giordano e ele foi pro apê. Mas eu tinha quase certeza d q o Henrique ñ estaria lá, sei lá, ele usava o apartamento pra se encontrar comigo e, quando era solteiro, só usava para as farras e para os estudos. Agora q ele ñ deveria estar muito bem com a separação, achei q ele passasse quase todo o tempo em casa, ou seja, na casa dos pais dele, mas não custava tentar. Eu fui pro trabalho apreensivo, pensando no q poderia acontecer, eles poderiam brigar, o Henrique poderia ñ deixá-lo levar as minhas coisas. Havia coisas minhas importantes lá: os meus livros, a maioria das minhas roupas, algumas anotações q eu fazia, as minhas poesias, textos, mini-contos, críticas escritas... enfim, coisas essenciais pra mim, principalmente agora q eu era quem me sustentava. Ñ poderia me dar ao luxo de deixar tudo pra lá.


Fui pro vestiário do Giordano e fiquei esperando sinal de vida do Vagner, porque ele havia me prometido passar por lá pra me dar as coisas e contar tudo. Da faculdade p/ o bairro do Henrique demorava uns 40min de ônibus e chegamos lá umas 18hs, mais ou menos. Deu 20hs, 20h30min e nada do Vagner aparecer, eu ja tava ficando tenso, temendo o q poderia ter acontecido, se ele demorou tanto assim é pq o Henrique estava no apartamento. Comecei a servir as mesas e a bandeja ñ ficava fixa na palma da minha mão. Tinha horas q eu achava q ia cair ou derrubar no chão de tão nervoso. Deu umas 20h40min e me chega o Vagner com umas sacolas plásticas na mão. "Conseguiu!", pensei comigo. Ele veio na minha direção, mas eu fiz um sinal pra ele dar a volta e entrar pelos fundos. Pedi, discretamente, q um dos seguranças do restaurante levasse o Vagner até a porta de trás do Giordano e ele foi...

Benjamim - caraca, nem acredito q vc conseguiu
Vagner - eu disse q traria
B - vc demorou tanto...
V - pois é, mas foi pq...(interrompo)
B - ñ Vagner, agora ñ dá, preciso voltar pra cozinha
V - ok, tome as suas coisas, agora vc ta livre
B - eita!!! Ô mainia q vc tem de falar as mesmas coisas q ele me dizia
V - "Agora vc ta livre"? Ele disse isso?
B - quando a minha mãe me expulsou pela 1ª vez de casa
V - foi mal
B - ta, ñ esquenta...valeuzão cara
V - imagina, xau!!!


Eu fui colocar as coisas no meu armário, no vestiário, nem tive tempo de conferiri se tava tudo nas sacolas. Voltei pro salão e fui nesse rítimo até as 1h30min da madrugada. Voltei todo moído pra casa. Tomei um banho, vesti uma cueca limpa e fui pro quarto. Quando entrei, dei de cara com as sacolas q o Vagner tinha trazido. Elas eram pretas, será q era um sinal? Ñ resisiti e me protifiquei a olhar tudo. Lá estavam todos os meus livros, anotações, minhas poesias, roupas, 2 tênis (um eu uso até hj) e um bilhete!


Era dele. Ele tentando se comunicar comigo, falar alguma coisa. O papel estava dobrado. Tive medo de abrir. Foi com muito pesar q acabei abrindo e lendo:

***************************** CONTINUA *********************************


Pois é isso meu povo, o que será que está escrito neste bilhete, coisas fortes acontecerão nos próximos capitulos de O Médico hehehehe isso parece novela hehehehh mas ja falei pro Ben, um livro seria perfeito, mas vocês entenderão. Bom, estamos no fim de semana, nada de drogas, não beber se for dirigir, ou então, não dirijam se beber e sejam felizes. Beijos a todos vocês e bom fim de semana

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7 de novembro de 2008

ESTRÉIA: Causos e Flagras + Conto

Ola meus queridos leitores

Hoje estou começando uma nova coluna, CAUSOS E FLAGRAS, onde será contada história contadas por mim, por Paulinho, pelos leitores, seja algum flagra que vc viu, alguma história sensual que acontecem com vc ou com alguem que conheça, começando por mim kkkkk estreando klkkkkk e vamos a mais uma parte do conto


E FIQUEM ATENTOS, LOGO LOGO, CHEGA A QUARTA TEMPORADA DE DANTE'S COVE



CAUSOS E FLAGRAS


Estou excitado, aconteceu hoje uma coisa, boba, mas que me deixou quente, já foram várias situações, mas hoje sei lá, esquentou até o que não devia kkkkkkkkkk. Não devem entender nada, mas vou explicar. Moro em apartamento e tenho uma vista super boa da rua, tem uma árvorem em frente minha varanda que é bem legal por um motivo. Uma das facilidades que existe em ser homem é na hora de urinar, claro que não é higiênico, mas pro homem, quando dá vontade é só chegar em qualquer lugar e mijar, diferente da mulher. Hoje fui na cozinha beber uma água, quando estou voltando pro meu quarto vejo uma cabecinha atrás da árvore, fui pro outro quarto pra ter uma visão melhor, GENTE, o garoto estava mijando kkkkkkkkkkk que lindinho, mais ou menos 1,70, aparentando ter seus 20 anos, com um pau, nossa, um pau grande, cabeçudo, aqula cabeça rosada, que coisa, dava vontade de morder, isso bastou pra me esquentar tudo, sei que pra alguns isso é bobeira, mas já me vi em algumas situações como esta.


Quando eu tinha uns 12 anos fui passar férias num hotel em Petrópolis-RJ, lugar maravilhoso de se ficar, várias piscinas, quadras, campos, um bar onde tinha musica ao vivo a noite, não lembro muita coisa da viagem particularmente, mas aconteceu algo que ficou gravado na memória.
A noite tocava musica ao vivo, estava me divertindo vendo minha tia dançar lá, minha mãe também, só que me deu vontade de ir ao banheiro, avisei que sairia dali e fui, um banheiro bem espaçoso, e tinha um outra entrada, mas não via o que tinha lá dentro, não dava pra ver, mijei e ouvi um barulho vindo daquele lugar, claro, a curiosidade entra em ação, claro que tinha que ver oque era, não tinha ninguem neste lugar na primeira vista, e percebi que aquilo se tratava de um vestiário, continuei andando tranquilamente entre os box, de repente, um dos chuveiros liga na minha frente, estava um senhor lá, na verdade nem tanto, devia ter uns 30 anos, mas pra mim aquilo era um idoso kkkkkkkk eu tinha 12 anos apenas, ele estava completamente nú, um corpo todo definido, ele nem ligou que estava observando, mas sabe quando toma o susto e paralisa? Foi assim que fiquei, paralisado, até que ele parou de se ensaboar e ficou olhando pra mim, tipo se perguntando o que eu fazia ali, eu voltei a mim e saí daquele lugar kkkkkkkkkkk saí com vergonha.

Outra situação foi com um primo de segundo grau meu, ele sempre visitava o lado da minha familia, ia conversar com meus tios, num belo dia estava de zueira com meus primo na rua e sentamos em umas pedras que foram colocadas no portão da minha avó, esse primo chegou com um short de tactel azul e sentou na minha frente, eu estava sentado no chão, chamaram meu tio e eles ficaram conversando, mas o homem tem mania de sentar com as pernas abertas e quando ele fez isso, estava sem cueca, o cabeça do pau escapuliu da calça e ele não percebeu, fiquei anestesiado, feliz ao mesmo tempo, fiquei admirando aquela cabeça rosada por uns 5 minutos, até que ele fechou a perna, aí saí dali e corri pro banheiro kkkkkkkkkkkkkk


Em escola as coisas são estranhas, tinha um vizinho meu que eu era afim, muito lindo, é até hoje muto bonito, um beijo cabeludo que me enlouquece kkkkkkkkk e tinha uma amigo meu do colégio que adorava tirar sarro com as pessoas (todo colégio tem um) a gente está de zuera na rua e esse garoto me agarrou por tras, pressionando seu pau na minha bunda, eu me debatia e ele ficava "ahhhh rafa, vai vai" e quando ollho pra frente, quem vinha? o meu vizinho, eu não sabia onde enfiar a cara, vergonha total, aí a brincadeira já tinha perdido a graça, eu dei uma cotovelada no estômago dele e me soltei, mas meu vizinho já estava rindo da minha cara, pra mim o dia tinha acabado já, mas acontee que esse engraçadinho do garoto que me agarrou na saída me chama "rafa" quando eu olho ele com o fecho da calça aberto mostrando o pau e seus pêlos pubianos, eu já estava puto, principalmente com ele aí "saí porra vaza da minha frente" e ele ficou na dele, pq sempre fui grandão, mas nunca briguei, então comecei a usar do meu tamanho pra impor respeito, porque o nível de brincadeira já tinha sido ultrapassado a muito tempo, depois disso nunca mais.



O Médico - Parte 25



Estávamos lá no sofá, quando algo chamou a atenção dos olhos da minha mãe...
Mãe - de aliança?


************************ CONTINUANDO **********************************



Benjamim - Nada mãe, é só um anel qualquer
M - deixa eu ver esse anel direito, Benjamim
B - é bijuteria, mãe! (ja nervoso)
M - anda menino, me dá (puxando o meu dedo anelar)

Ela ficou analisando o anel e eu fui tentar tomar da mãe dela. Ela se esquivou e disse:

M - velhos hábitos nunca mudam não é?
B - ta façando do q?
M - vc ta ficando com um homem né?
B - para mãe, ja disse q foi uma fase
M - fase permanente, vc ker dizer
B - mãe...(interrompe)
M - saia da minha casa (fala calmamente, consciente)
B - mãe, eu... (interrompe de novo)
M - é melhor assim, eu ñ quero ver meu único filho dando por ai, vc quer isso pra sua vida? ótimo! vá em frente...pegue suas coisas, depois, se quiser, leve o computador, os móveis do quarto, tudo!!!
B - mãe (ja chorando) pq a senhora ñ pode aceitar isso? pq é tão difícil? eu ainda sou eu? eu te amo!
M - saia, ñ reconheço mais vc como filho


Depois disso dito, as lagrimas pararam, estava claro q dali pro diante o meu relacionamento com a minha mãe ñ seria nunca mais o mesmo. Fiquei analisando tudo e vi q era o melhor, ñ sei pq, mas acho q ñ amava mais a minha mãe. Parece impossivel não amar a propria mãe, sendo q laços como esses são tão fortes e fogem de escolhas: amamos e ponto. Mas eu, aparentemente, ñ a mava mais. Achei q foi melhor assim, ao menos não gritamos nem desrespeitamos um ao outro, foi civilizado, calmo e assustador. Mas foi como deveria ser...

Henrique - oi, amor, fala
B - vem me buscar, eu tou saindo de casa
H - pq? o q houve?
B - te explico depois

Em 15 min, Henrique tinha chegado. Pela primeira vez, ele vinha me buscar na porta de casa, como namorados normais fazem. O anormal era a situação em si. Fui pondo as malas no banco de trás e ele me ajudava. Nessa hora, minha mãe veio pra rua ver a minha partida...

M - então vc foi o safado q corrompeu meu filho? (calminha, calminha...estranho!!!)
H - ñ quero discutir com a senhora
M - mas ninguem ta discutindo, fiz 1 simples pergunta
B - vamo Henrique
M - Henrique? Então vc tem nome?
H - é uma vergonha q uma senhora da sua idade faça o q está fazendo com o seu filho
M - hum, sei, seus pais sabem da sua boiolice?
H - eu ñ tenho boiolice, eu sou homossuxual, respeite!!! E pro seu governo, sim, eles sabem e me apoiam, pq são pais de verdade, ñ são amargos como vc, eles amam os seus filhos e nos querem felizes, se ser pai é expulsar o filho de casa pq ele quer ajuda, quer apoio, pq foi sincero e pq é diferente, então eu ñ tenho pais
M - uhuuuu(ironica) bravo! Essa vai pra sua lápide
B - vamos, Rique, por favor!!!

Do nada, o Henrique me puxa pela cintura e me beija na frente dela. Eu começo a empurrá-lo, ñ queria isso, mas ele é bem mais forte. Depois do beijo, ele olhou pra ela e ela estava com uma cara de nojo, eu de cabeça baixa, só chorava...

M - é essa libertinagem q vc quer na sua vida né?
H - vamo, B, nem responde essa daí


entrei no carro e sumi. Sumi da órbita da minha mãe. Agora eu era orfão de mãe...

H - vc ta bem?
B - aham
H - tem certeza?
B - só dirige, Henrique
H - ta bom...quando chegarmos em casa, na nossa cas, eu vou te fazer uma massagem e vc vai ficar novinho

Ñ me lembro mais como foi esse dia. Simplesmente foi deletado da memória e usurpado pelo tempo. Dizem q o tmpo tem sempre razão...ñ sei, mas há coisas q tenho q agradecer a ele ainda!

Os problemas esnobes do Henrique parecem q tinham sumido. Assim como eu sumi de casa. Os dias foram passando e ja nem lembrava mais do emprego de garçom. Estávamos muito bem, eu o recebia com beijos e ele me abraçava como se fosse a ultima vez. Sempre! Eu visitava muito a familia dele e aprendi a gostar do meu sogro (ñ me perguntem como).
Como eu fazia pra me sustentar? Adivinhem!!!
Pois é, a mesada do Henrique pagava a minha passagem de ônibus, minhas roupas, calçados, comida, materiais da faculdade...Era vergonhoso, mas se eu ñ aceitasse, perderia o meu rapaz. Eu o amava tanto e ele sempre fazia questão de me ver feliz. Os dias passaram e quando dei por mim, havia 2 meses q estava morando no apê com ele. Estavamos mesmo casados. Felizes, o q importa. Houve uma época q o Henrique passou 1 semana fora de casa por causa de um congresso em uma outra cidade e ele tinha q ir, tava quase se formando, ñ poderia faltar e ele estava super empolgado pq, dizia ele, q faria muitos contatos e ficaria por dentro do mercado de trabalho.

Fazia tempo q ñ tinha conhecimento sobre a minha mãe, como ela tava e ela tbm parecia ñ se importar. Mas soube q ela tinha arrumado um namorado e levado o cara pra ir morar com ela. Fikei feliz, ha tempos ela keria um novo amor. Q seja feliz!!!

O dia da viagem tava chegando e a empolgação do Henrique aumentava, parecia um bebezão. Mesmo ñ tendo mais contato com o lado negro do Henrique, acho q fiquei mais atento aos defeitos dele, as falhas de carater q ele tinha, os deslizes. Ñ havia como negar: ele era mimado sim. Mas ha muitos q ñ presenciava os seus ateques de garoto chorão. Ele era um homem, um super homem, pronto pra me proteger e fazer amor comigo como só ela sabe...

H - ja tou sentindo falta de vc
B - vc nem foi
H - mas ja sinto, posso?
B - a vontade...
H - vc vai sentri minha falta?
B - calro q sim, mas é fácil de suprir essa carência quando surgir
H - ah é? Olha só pra ele!!! Devo dixar espiões por ai?
B - hahhahaha, ñ precisa, eu vou saciar a saudade com chocolates!!!

Ele se foi, me ligava todos os dias. Foi na quinta, voltaria na sexta da proxima semana (se ñ me engano). Os primeiros dias, notei um Henrique animado, feliz. Os últimos, ele estava tenso, triste, meio calado. As ligações ja estavam constrangedoras, mas ele ligava mais ainda. Estranho!!! Super estranho!
Finalmente, a volta. Nem pude ir no aeroporto, mas encontrei-o em casa. Feliz, eu, confuso, ele...

B - hum, q lindinho, amei o relógio, brigado
H - nada
B - como foi a viagem?
H - boa
B - fez muitos amigos? os contatos?
H - é
B - e o hotel, era bom?
H - aham
B - aconteceu alguma coisa?
H - nada
B - vc ta estranho...enfim, vem, eu ja sei como liberar essa tensão (fui me chegando)
H - ñ amor, tou cansadão, faz ai alguma coisa pra eu comer e me leva lá em cima enquanto tomo banho ta?
B - hum, ta bom...ei, vai embora sem me dar um bjinho? (fazendo charminho)

Ele desce os degraus q ja tinha subido e vem em minha direção, dá um selinho e sobe. Definitivamente, algo aconteceu nessa viagem, ele estava muito fechado, concentrado, cabisbaixo. Ñ era o Henrique!


************************************ CONTINUA *****************************


Bom pessoas, por hoje é só ,agora só semana que vem, estamos no fim de semana, se cuidem, se beber não dirijam, veja a lei seca aí, entao voltem inteiros kkkkkkkkkk beijos a todos vcs

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